Intervalos Comerciais – RACISMO

Analisamos sete (7) comerciais de canais abertos e entre eles foram identificados apenas quatro (4) pessoas negras, mas elas só aparecem em três (3) comerciais:

  • NATURA – DIA DOS PAIS (duas pessoas negras)
  • ENO (uma pessoa negra)
  • BRADESCO – PRESENÇA (uma pessoa negra)

Esses dados confirmam o que já está evidente, há poucas figuras NEGRAS na mídia social (filmes, novelas, séries e comerciais), quando tais aparecem são “tratados” da mesma forma: socialmente carentes, malandros, atletas ou até mesmo trabalhadores braçais. E sua aparência física não possui variações.

É comum não prestarmos tanta atenção quando ligamos a TV, nós não identificamos o racismo na mídia social, mas se analisarmos corretamente percebemos que a quantidade de pessoas negras é menor que pessoas brancas, fazendo disso uma forma de RACISMO.

A inclusão de negros nas mídias sociais é de certa forma, papel dos telespectadores. Ao notar que há racismo no público alvo, talvez, o publicitário não queira expor a pessoa negra.
Ao pensarmos em racismo o que vem em nossa mente é apenas a figura negra, mas o racismo abrange todas as etnias (indígenas, orientais, caucasianos, pardos, negros). Com isso, expomos o negro fazendo-o alvo fácil de preconceito.

Muitas vezes, sem pensarmos, cometemos o preconceito no nosso dia-a-dia. Como podemos ver no vídeo abaixo:

Alunos: Bianca Moreira, Gabrielle Galli, Guilherme Turcarelli, Giovani Rossini, Kelrin Lucier, Letícia Oliveira.

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